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Semana do Empreendedor Individual em Belo Horizonte conta com participação da Jucemg

05/07/2013
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Semana do Empreendedor Individual em Belo Horizonte conta com participação da Jucemg
Joany Tavares, Técnica de Gestão e Registro Empresarial, orienta empreendedores sobre como registrar uma empresa pela Jucemg
Foto: Ascom

A Junta Comercial de Minas Gerais participou da Semana do Empreendedor Individual, promovida pelo Sebrae entre os dias 2 a 7 de julho, no parque Municipal, Centro de Belo Horizonte. Com a palestra “Registro de Empresas”, a técnica de Gestão e Registro Empresarial Joany Tavares explicou aos empreendedores como formalizar seu negócio, as quatro etapas para registrar uma empresa, os tipos jurídicos e vantagens, bem como os serviços oferecidos pela autarquia, como autenticação de livros, emissões de certidões, além dos cursos de Educação a Distância (EAD) da Escola Permanente. “A Junta Comercial é ampla e tem varias atribuições”, informou, ao comentar também os canais de atendimento, call center e chat online, e o papel da autarquia em fomentar, facilitar e simplificar os negócios no Estado.

Joany orientou os empreendedores que é preciso abrir um negócio de “forma consciente, buscando conhecimento e verificar as vantagens”. Na oportunidade, ela destacou sobre o Empreendedor Individual, pessoa que trabalha por conta própria e se legaliza como empresário com faturamento no máximo de até R$60mil por ano. O EI tem a vantagem de isenção de impostos federais, benefício previdenciário e pode ter um empregado contratado que receba salário mínimo ou piso da categoria.

Sobre os benefícios de se registrar, a palestrante pontuou que o empreendimento informal não tem acesso a crédito financeiro, impossibilidade de participar de licitações e inscrever-se em cadastros fiscais, nem do INSS, além da ilegitimidade para pedir falência de seu devedor e sem proteção do nome empresarial.

A Empresa Individual de Responsabilidade Limitada - Eireli, que entrou em vigor em janeiro do ano passado, chamou atenção dos empreendedores. Para Joany, a grande vantagem é não precisar de um sócio para validar o negócio e capital separado, isto é, a empresa responde por dívidas apenas com seu patrimônio, e não com os bens pessoas do seu titular. Em contrapartida, para abrir a empresa, é exigido um capital de cem salários mínimos, ou seja, R$67.800.

Além da palestra, a Jucemg presta também informações nos guichês de atendimento na Semana do Empreendedor Individual. Até domingo, serão oferecidas orientações e acesso à formalização de Empreendedor Individual, além de consultoria sobre rotinas administrativas e contábeis no dia a dia do EI e esclarecimentos de dúvidas quanto à formalização de negócios. Palestras sobre controle financeiro e licenciamento de alvará sanitário, bem como oficinas relacionadas a como vender, comprar, empreender e controlar o dinheiro compõem a programação.

Mais informações no site do Sebrae: http://www.mg.agenciasebrae.com.br/noticias/empreendedor-individual .
 

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