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Governo de Minas
 

Minas atrai indústria de café para agregar valor ao produto

03/02/2014
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 O trabalho do Governo de Minas em agregar mais valor ao café em grão produzido no Estado dá mais um fruto com a instalação em Piumhi, no Sudoeste mineiro, de uma unidade industrial para a produção de café torrado e moído, cappuccino, achocolatados e massas de bolo, para venda no mercado interno e externo.

O investimento de R$ 30 milhões foi formalizado nesta quarta-feira (29/01), durante assinatura de protocolo de intenções, no Palácio Tiradentes, entre o governador Antonio Anastasia, a secretária de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, e o diretor comercial da Qualy Marcas (grupo Minas Export), Rogério Ferreira. A estimativa é que o projeto gere 760 empregos diretos e indiretos. Quando a indústria estiver operando a plena carga serão processados mensalmente cerca de 4 mil toneladas de café. Nesta primeira etapa, prevista para iniciar em março, serão produzidos 1,5 mil toneladas do café da marca Seleto, uma das mais tradicionais de São Paulo.

Exemplo de política pública

Rogério Ferreira destacou que, por conta das novas políticas públicas do Governo de Minas, o grupo Minas Export, do qual pertencem a Qualy Marcas e a Seleto, decidiu transferir a unidade industrial localizada em São Paulo para a sede do grupo, em Piumhi.

“O convênio que a Qualy Marcas firma, neste momento, é um exemplo de que políticas públicas, compatibilizadas com o novo contexto social em que vivemos, podem e devem ser estabelecidas para agregação de valor aos produtos do nosso Estado. Em vez de exportamos café in natura, vamos exportá-lo com valor agregado, com melhor qualidade. Não só consumidores de nosso estado serão beneficiados, mas, sobretudo, o investimento de mais de R$ 30 milhões que está sendo feito gerará emprego e renda na região”, disse Ferreira.

Maior mercado consumidor

O governador Antonio Anastasia agradeceu a confiança dos empresários em Minas, especialmente em áreas relevantes para a agregação de valor aos produtos da cadeia produtiva do agronegócio. No caso do café, continua Anastasia, sempre houve um “trauma” no setor: o Brasil tem a maior produção, mas não é o maior exportador do café processado, que é a Alemanha, a Suíça e a Itália.
“Temos que agregar valor a esses nossos produtos, o que não é fácil fazê-lo, pois é um problema que já vem de décadas. Mas, aos poucos, com muito esforço e tornando o Brasil, em breve, o maior mercado consumidor de café do mundo, vamos conseguir, de fato, dar um passo adiante”, afirmou.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, ressaltou que o beneficiamento do café em grão pode compensar a queda do preço do produto in natura no mercado externo. “Muitas vezes exportamos o grão e importamos o café torrado e moído. Ao agregar valor, já conseguiríamos um preço muito melhor no mercado internacional. O lado positivo é o estímulo para que não vendamos apenas o grão, mas também o café torrado e moído. Com o café de qualidade que temos em Minas, garantir um espaço de mercado super importante”, completou.

 

Fonte: Agência Minas

27/06/2019 - PROTOCOLO ÚNICO

 
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